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Entrevista com Marcelo Serrado e Jefferson Schroeder de “Crô em Família”

Na última segunda-feira, 3 de setembro, aconteceu a pré-estreia do filme “Crô em Família”, que contou com a breve presença dos atores Marcelo Serrado e Jefferson Schroeder, estrelas do filme dirigido por Cininha de Paula (Duas de Mim).
 “Crô em Família”

Na última segunda-feira, 3 de setembro, aconteceu a pré-estreia do filme “Crô em Família”, que contou com a breve presença dos atores Marcelo Serrado e Jefferson Schroeder, estrelas do filme dirigido por Cininha de Paula (Duas de Mim). O Loucos por Filmes esteve presente na ocasião e conversou rapidamente com os intérpretes de Crô e Geni, respectivamente.

Por que retomar Crô em 2018?
Marcelo Serrado: Quando tiveram a ideia de fazer o filme, eu disse “pô, eu vou fazer o filme, sim, se tiver uma história nova, que começa do zero”. Primeiro, [o filme anterior, lançado em 2013 e dirigido por Bruno Barreto] deu quase dois milhões de espectadores, então, é uma marca muito grande. Se você me disser alguns filmes que já passaram de dois milhões de espectadores no Brasil, a gente vai contar na mão, né? Então, tinha essa ideia de fazer, porque o filme foi muito bem – apesar de eu achar que este filme é mais solar, é mais divertido que o primeiro, tem uma pegada mais comédia, mais para o público, mesmo, o Crô está mais divertido. Aí, quando pintou esse roteiro, eu falei “ah, vamos fazer”, aí, todo mundo se uniu pra gente realizar.

O roteiro é de Aguinaldo Silva?
Serrado: Sim, com colaboração de outros roteiristas. Leandro Soares, que é roteirista do Vai Que Cola, deu o acabamento geral. Temos comediantes maravilhosos. Tem um chá das bichas que é maravilhoso. Eu reuni o Marcos Majella (Ferdinando), o Seu Peru (Marcos Caruso) e o Luís Miranda, que é um gênio, fazendo a Dorothy (personagem da novela Geração Brasil). As bichas todas juntas. É bem divertido.
É um filme pra criança, elas amam, se divertem. Acho que quem for ver vai se divertir bastante.

Como você define o seu processo de participação em Crô em Família? Como foi a gravação? Houve alguma história engraçada, divertida?

Jefferson Schroeder: O começo já foi muito legal, porque eles me convidaram para fazer o filme. Isso, para um ator, é sempre muito legal. Nunca fiz testes nem nada. Já me ligaram falando: “você está quase aprovado para o filme”. Eu nem sabia, nem mandei material, nada. Teve o processo de criação, em que fui afinando como seria a voz, como fazer [a personagem, Geni], ver o cabelo, escolher a roupa, construir a imagem. As gravações foram muito divertidas, a gente brincava muito e, até mesmo nos improvisos, saía uma coisa assim meio over, mas na hora de gravar, a gente dava uma alinhada para não perder as cenas. Acho que a história mais divertida (que está no filme) é quando eu falo “Menos, Ataíde” [referência ao ator Ataíde Arcoverde, intérprete de Salsichão em Zorra Total].

Como você resumiria este filme para o espectador que vai ao cinema assisti-lo?
Schroeder: Acho que é mais uma oportunidade para a galera que ama o Crô desde a novela [Fina Estampa, de 2011]. Já teve o primeiro filme, apesar de o segundo não continuar a história, o que é ótimo para quem não viu [o antecessor], para se ter uma obra fechada, com começo, meio e fim, que não é presa a nada e que todo mundo entende. É um filme [de classificação indicativa] livre, que as crianças gostam, e que tem uma certa ingenuidade - o que eu acho muito legal, justamente por tocar em universo gay sem marginalizar, sem levantar uma bandeira. Acho que é uma Sessão da Tarde do Crô.



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