Loucos por Filmes

Loucos por Filmes

Destaques

Últimas

Navegue aqui

Maika Monroe é Erica Penn em “Obsessão”

Em Obsessão, Chloë Grace Moretz interpreta Frances McCullen, que encontra uma bolsa abandonada no metrô de Nova York e decide localizar o dono para devolvê-la.
Maika Monroe

Em Obsessão, Chloë Grace Moretz interpreta Frances McCullen, que encontra uma bolsa abandonada no metrô de Nova York e decide localizar o dono para devolvê-la.

Quando Frances devolve a bolsa, ela faz amizade com a excêntrica e cativante viúva Greta Hideg. Ambas estão emocionalmente vulneráveis ​​- Frances recentemente perdeu sua amada mãe e Greta está sozinha e desesperada por companhia, sentindo falta de sua filha que está longe.

Mas a melhor amiga e companheira de quarto de Frances, Erica - interpretada por Maika Monroe - pede cautela e a adverte para manter a misteriosa mulher mais velha à distância. Frances ignora seu conselho e seu ato de bondade terá consequências devastadoras para ambas.

Foi intimidante no início”, diz Monroe sobre atuar ao lado de Huppert. “Nós tivemos um monte de leituras de mesa e muitos ensaios, antes de filmar. Chloë e eu faríamos algumas de nossas cenas e Isabelle estaria sentada lá e ela apenas nos observaria”.

Foi como, 'Oh meu Deus ... o que estamos fazendo?'”, ela ri. “Mas ela é tão doce e tão adorável, e eu a respeito e a admiro muito. Ela é incrivelmente talentosa, então poder trabalhar com ela foi incrível”.

A partir do momento em que pegou o roteiro, Monroe sabia que queria fazer o papel da agitada Erica - um contraste bem-vindo em relação a alguns dos papéis que desempenhou no passado.

Eu recebi o roteiro e li tudo tão rápido, e também adorei o papel de Erica porque era muito diferente de tudo que eu já tinha feito e era divertido. Eu sinto que muitas vezes os filmes que eu faço são como o papel de Chloë, onde eu estou gritando e chorando”, ela ri.

Então, foi assim: ‘Falei com o meu time e pensei: 'quero conhecer todo mundo envolvido nisso'. Então eu me encontrei com os produtores primeiro, e eu conversei com Neil Jordan no Skype, então falei com Neil novamente no Skype, e eu disse: 'caras, eu quero fazer isso! Eu quero fazer isso!”.

Ela também ficou encantada por fazer parte de um filme em que todas as três protagonistas são mulheres. “Foi incrível - tão refrescante de ler. Simples assim!"



Greta subverte brilhantemente as expectativas do público. Quando encontramos Greta pela primeira vez, ela é amigável, engraçada, um pouco excêntrica e desesperadamente solitária. Mais mais tarde, quando Frances tenta cortar contato com ela, ela persegue as duas jovens, tornando-se cada vez mais ameaçadora. Na maioria das outras histórias, talvez, o perseguidor seria um homem.

Foi interessante”, diz ela. 'o que essa mulher pode fazer com você? Por que você teria tanto medo de alguém assim?’. "Eu achei que era mais interessante ser uma mulher do que um homem, porque é inesperado."

Obsessão é seu segundo filme com Chloë Grace Moretz depois de estrelarem o thriller de ficção científica, A 5ª Onda, de 2016.

Nós trabalhamos juntas no filme e nós éramos meio que amigas, mas não tínhamos trabalhado juntas”.

Então nós nos encontramos em algum evento e ficamos tipo: ‘Você é legal! Vamos sair’. Então nos tornamos boas amigas. Ela é uma das minhas melhores amigas. Então, fazer Obsessão com ela foi muito natural. Foi um momento ótimo e fácil. Ela é uma boa amiga, então ficou mais fácil”.

Trabalhar com Neil Jordan - um diretor que já admirava - foi uma alegria, diz ela, e a abordagem dele remonta a uma era diferente do cinema.

“Ele fez filmes no passado, quando os filmes eram feitos de forma tão diferente do que são agora, e estou acostumada com os filmes pequenos, em que estamos apressados ​​em tudo, e realmente não temos tempo para respirar”.

Então, ensaiar uma hora e meia no dia, antes mesmo de começarmos a filmar, nunca tive isso. Isso é o que foi mais diferente para mim. Isabelle também adorava os ensaios, então, eu acho, que esta foi a maior diferença que eu senti em relação aos outros filmes em que trabalhei”.

Monroe nasceu em Santa Bárbara, Califórnia, e foi nomeada pela lista da Variety como uma das 10 Atrizes para se assistir em 2015, depois de seu papel como protagonista em Corrente do Mal, de David Robert Mitchell.

Seus outros filmes incluem: Bling Ring: A Gangue de Hollywood, O Hóspede, Independence Day: O Ressurgimento, Refém da Paixão, A Qualquer Preço, Mark Felt: O Homem que Derrubou a Casa Branca e Tau.



Perguntas & Respostas
P: É incomum ver um roteiro com três protagonistas mulheres?
R: Sim. E eu disse que queria fazer parte disso. Foi incrível - tão refrescante de ler. Simples assim!

P: O que você faria se encontrasse uma bolsa no metrô? Você levaria com você?
R: Eu não acho que eu levaria. Eu não sei o que eu faria. Eu provavelmente pegaria e levaria ao achados e perdidos. Eu não sei - eu aceitaria? Você aceitaria isso? Não, certo? Acho que não. Eu acho que nos tempos atuais, você deixaria isso lá.

P: Você acha que sua visão de mundo se alinha com a de seu personagem? Erica é meio cínica sobre o envolvimento de Frances com Greta.
R: Sim, definitivamente. Eu gosto de pensar que eu diria que algo não parece certo em se tornar amiga tão rapidamente dessa mulher mais velha, ainda mais depois de ter perdido a mãe. Eu acho que Frances estava tentando encontrar algo nessa relação que pode não ser saudável. Sim, acho que ficaria preocupada.

P: Eu estava com medo pelo seu personagem. Em um filme de terror, a colega de quarto geralmente não chega ao fim.
R: Sim! (risos). Quando eu comecei a ler o roteiro, eu virava cada página e pensava: ‘Oh, Deus! Ela ainda está lá!’

P: Você leu o roteiro de uma só vez?
R: Sim, eu li muito rápido. Eu o recebi e li tudo tão rápido, e também adorei o papel de Erica, porque era muito diferente de tudo que eu já tinha feito e era divertido. Eu sinto que, muitas vezes, os filmes que eu faço são como o papel de Chloë, onde eu estou gritando e chorando. Então, foi assim: ‘Falei com o meu time e pensei: quero conhecer todo mundo envolvido nisso'. Então eu me encontrei com os produtores primeiro, e conversei com Neil Jordan no Skype, então falei com Neil novamente no Skype, e eu disse: 'caras, eu quero fazer isso! Eu quero fazer isso!”.



P: Como foi trabalhar com Isabelle Huppert?
R: Intimidante! Claro que foi intimidante no começo. Nós tivemos um monte de leituras de mesa e muitos ensaios, antes de filmar. Chloë e eu faríamos algumas de nossas cenas e Isabelle estaria sentada lá e ela apenas nos observaria. Foi como, 'Oh meu Deus ... o que estamos fazendo?', ela ri. Mas ela é tão doce e tão adorável, e eu a respeito e a admiro muito. Ela é incrivelmente talentosa, então poder trabalhar com ela foi incrível.

P: Há uma atmosfera diferente em trabalhar com atores e diretores europeus?
R: Sim e não. Eu estava falando sobre isso mais cedo e um repórter fez um bom argumento – seria por que é europeu ou por que Neil veio de um tempo diferente do cinema? Ele fez filmes no passado, quando os filmes eram feitos de forma tão diferente do que são agora, e estou acostumada com os filmes pequenos, em que estamos apressados ​​em tudo, e realmente não temos tempo para respirar. Então, ensaiar uma hora e meia no dia, antes mesmo de começarmos a filmar, nunca tive isso. Isso é o que foi mais diferente para mim. Isabelle também adorava os ensaios, então, eu acho, que esta foi a maior diferença que eu senti em relação aos outros filmes em que trabalhei.

P: Seu personagem fala sobre a dureza de Nova York. Qual é o seu relacionamento com a cidade?
R: Eu cresci na Califórnia, então sou definitivamente mais West Coast, mas passei muito tempo em Nova York. Nova York, para mim, é difícil, porque há muitas pessoas e apenas prédios por toda parte. Eu sempre me sinto claustrofóbica e muito solitária lá. Eu acho que esses são os sentimentos mais fortes que eu tive em Nova York. Eu amo as montanhas e o oceano, então sim, essa é a minha conexão. Ainda assim, é uma cidade incrível, e eu amo isso em Nova York, muitas pessoas fazendo coisas diferentes, buscando coisas diferentes, enquanto eu acho que LA é mais focada.

P: Você não moraria lá?
R: Eu acho que não. Eu não seria feliz lá.

P: O que achou da ideia do perseguidor ser uma mulher
R: Achei interessante. No começo, quando o policial diz, ‘o que essa mulher pode fazer com você? Por que está com medo de alguém assim?’ Eu achei que era mais interessante ser uma mulher do que um homem, porque é inesperado.

P: Como uma jovem publicamente conhecida, você pensa em cyber stalking?
R: Sim. É frustrante, mas é verdade: mesmo viajando como uma mulher, você sente que precisa ser mais cuidadosa. É tão bizarro com tecnologia e Instagram. As pessoas estão compartilhando suas vidas para qualquer um ver e postando fotos ou vídeos para o mundo ver, então está lá em exibição, de uma maneira estranha eu acho, às vezes.

P: Há também a cultura de fazer ‘checking in’ nas redes sociais…
R: Sim, onde você marca o hotel no qual está hospedada. Tenho fortes opiniões sobre mídias sociais. É uma mudança muito bizarra acontecendo, e é uma loucura a rapidez com que tudo está acontecendo.

P: Você mantém distância disso?
R: Sim, definitivamente. Eu acho que há algo muito legal nisso, já que você é capaz de se conectar com seus fãs, e os fãs vão ver seus filmes, e são eles que fazem um filme ser ou não bem-sucedido. Eu entendo isso, mas eu acho que eles não precisam conhecer minha vida pessoal. Precisa haver um mistério e uma distância. É uma coisa importante.

P: Alguns fãs podem ser muito cruéis, correto?
R: Sim podem (risos). Eu realmente não vejo nada. Talvez eu poste uma foto ou diga alguma coisa no Twitter sobre um filme que estou lançando, ou republique algo de um amigo que acho legal, mas além disso, eu não leio nada. Eu não leio as entrevistas que faço, não assisto minhas entrevistas, não leio comentários, porque geralmente são negativos. Se não vejo, não leio, então não existe no meu mundo.

P: Muitas pessoas estão deletando o Twitter e Instagram. Você entende o por quê?
R: Sim, pois não é mais uma coisa divertida. Tornou-se meio grosseiro, o que é triste.

P: Você conhecia Chloë antes desse filme?
R: Sim, nós trabalhamos juntas no filme A 5ª Onda, há quatro anos. Trabalhamos juntas nesse filme e nós éramos meio que amigas, mas nunca tínhamos trabalhado juntas. Então nós nos encontramos em algum evento e ficamos tipo, 'Você é legal! Vamos sair’. Então nos tornamos boas amigas. Ela é uma das minhas melhores amigas. Então, fazer Obsessão com ela foi muito natural. Foi um momento ótimo e fácil. Ela é uma boa amiga, então ficou mais fácil.

P: Como foi trabalhar com Neil?
R: Foi muito especial. Como eu disse, foi muito diferente. Cada experiência em um set de filmagem é diferente, mas ele é uma lenda e sabe como fazer um filme. Você se sente em mãos seguras. E mais uma vez, tendo tempo para ensaiar - quase parecia uma peça de alguma forma. Eu adorei trabalhar com ele e sou uma grande fã, então para mim foi incrível.


Deixe sua opinião:)

Mostrar comentários 💬